A segunda estimativa, divulgada em agosto, já indicava esta contração de 0,6%.

O recuo entre abril e junho segue-se a um outro registado nos primeiros três meses do ano (-1,6%), o que corresponde à definição clássica de recessão, com duas quedas consecutivas do PIB, mas esse cenário tem sido afastado pela administração norte-americana e por vários economistas, que consideram que a economia não está necessariamente em recessão, tendo outros indicadores favoráveis, como a taxa de desemprego, que se mantém baixa (3,7%).

A primeira estimativa relativa ao desempenho da economia no trimestre entre julho e setembro será divulgada no próximo dia 27 de outubro.

O Departamento do Comércio divulgou também uma revisão dos números de 2020 e 2021, indicando que a queda do PIB em 2020, sob efeito da pandemia de covid-19, foi menos acentuada do que tinha sido anunciado, ficando em 2,8% em vez de 3,4%.

Em 2021, a recuperação também foi mais forte, com o PIB a aumentar 5,9% e não 5,7%.

EO // EA

Lusa/fim

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